HIDRATAÇÃO NOS CABELOS, DOCE DE ABÓBORA E TÉDIO!

Mal acabo de chegar em Sampa e sou acometida por uma crise de banzo.

Banzo de voltar de Curitiba, das férias e porque não dizer preguiça existencial?!

Chovendo o dia todo e pra não morrer de tédio resolvo fazer uma hidratação no picumã.

Preciso confessar: não costumo fazer hidratação no salão e nem sinto muita diferença quando faço (meu cabelo é bem lisinho, fino, tenho pouco volume e faço luzes).

Então comprei na farmácia mesmo a máscara reparadora Real Collor, da Lacan. Promete realçar a cor e o contraste das mechas de quem faz luzes, além de deixar macio e nutrir os fios.

recuperando o picumã

Simples, só lavar os cabelos e aplicar moderadamente a máscara. Como minha raiz tem tendência a ficar oleosa, apliquei apenas na metade dos cabelos até as pontas.

Deixei agir por 10 minutos e retirei com bastante água. Meus cabelos ficaram bem sedosos e brilhantes. Adorei o cheiro porque é suave.

Mas o tédio não passou… tem dias em que é preciso se cuidar de fora para dentro.

Abro a geladeira e vejo meia abóbora.

Lembrei do filme grego “O tempero da vida”, de Tassos Boumetis, quando o avô, um filósofo culinário, dono de um empório de especiarias em Istambul ensina o neto: “Mulher pode ser como canela, um tanto doce ou amarga”.

Um pouco de cravo, canela e açúcar só podem fazer bem em um dia de chuva e tédio.

Bora fazer o doce!

Doce de Abóbora:

1/2 kg de abóbora

1 xic de açúcar

1 pitada de sal

2 pauzinhos de canela

5 cravos

1 xic de água

Coloque tudo em uma panela até cozinhar bem e reduzir a água. A abóbora desmancha de tão macia.

Resultado: 

Se isso ajuda a aplacar o tédio? Pelo menos ajuda a passar o tempo enquanto chove lá fora.

Ah, dá um close na sinopse do filme, porque também vale a pena:

Fanis Iakovidis é um conhecido professor de astrofísica na Grécia. Com 40 anos ele chegou a um momento decisivo  de sua vida, uma encruzilhada existencial que a ciência não pode ajudá-lo a compreender. Vassilis, seu avô e mentor, vive em Istambul e desenvolveu sua própria filosofia culinária, reverenciada e aplicada tanto por gregos quanto por turcos. Fanis não vê o avô desde que tem 7 anos de idade, e assim, quando o velho homem decide ir à Grécia depois de tantos anos, sua visita iminente acende em Fanis como um acontecimento histórico. Um filme que retrata a magia da imaginação infantil transformada ao longo da vida por acontecimentos familiares e sociais.

Tati Felix

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